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Sua Descoberta
Tão logo, ficou impressionado com o potencial da região para a escalada em rocha. Naquele final de semana Renato e Roberto foram já com a intenção de dar continuidade à via que o Renato tinha iniciado com o francês Antoine na Pedra do Pântano. Ele havia retornado para seu país e a via tinha ficado inacabada. Os meses seguintes também foram chuvosos e sempre que os escaladores iam para Andradas dava continuidade apenas a essa nova via, deixando a “Pão Francês” intacta. No ano seguinte Filippo Croso começou a ajudar na conquista. E foi somente em agosto de 1998 que Filippo e Roberto terminaram a via e chegaram ao cume da Pedra do Pântano. Deram o nome a via de “Baguette Não”, como uma brincadeira ao Renato, que estava naquela época com a idéia de dar nomes de pães às vias abertas naquele setor daí o nome de Baguete. Mas a idéia não foi muita bem aceita, quando ele tocava no assunto a galera desconversava, e em uma dessas conversas, veio a real:“Qualquer nome menos Baguete, Baguete Não!”. Apresentamos a pedra para escaladores de Bragança Paulista, que iniciaram uma nova via: a “Nini Van Prehn”. Mais tarde, escaladores de Mogi Mirim também iniciaram a conquista de uma via na Pedra do Pântano: a “Caninana”, conquistada no ano de 2001. Esses últimos já haviam conquistado em 1994 algumas vias na Pedra do Elefante, onde se iniciaram as escaladas na região de Andradas. Desde então o número de conquistas é crescente. Atualmente a região de Andradas oferece uma boa diversidade de vias (do esportivo ao tradicional) aos escaladores que por lá quiserem se aventurar. Hoje já existem vias abertas na Pedra do Pântano, Pedra do Elefante, Pedra do Boi e, em outras pedras da região, não esquecendo é claro do campo de boulders.
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Pedra do Pântano - Vias de Escalada




Pedra do Pântano